O Oi Cabeça promove no dia 20 de julho, no Oi Futuro do Flamengo, mais um debate sobre os rumos da literatura frente ao crescimento das mídias digitais. O alemão Daniel Gelder, vice-presidente da Metaio, a principal empresa do mundo especializada em Realidade Amentada (RA), conversará com o filósofo especializado em cibercultura Rogério da Costa sobre as mudanças de concepção quando o muro que separa virtual e real desmorona.
Os membros do Polo que quiserem comparecer têm a opção de mandarem uma confirmação pra gente por e-mail para colocarmos uma lista na porta e guardarmos lugar. Mesmo se atrasarem um pouco, sua entrada estará garantida.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Oi Cabeça - NOVOS ESPAÇOS PARA LITERATURA
Amanhã às 19:30 acontece a segunda edição do Oi Cabeça. Os membros do Polo que quiserem comparecer tem a opção de mandarem uma confirmação pra gente por e-mail para colocarmos uma lista na porta e guardarmos lugar. Mesmo se atrasarem um pouco, sua entrada estará garantida.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Oi Cabeça - O FIM DA CRÍTICA E O AUGE DOS FÃS
O Polo Digital está promovendo o evento Oi Cabeça, evento pretende abrir um espaço importante no Brasil para o debate sobre os rumos da literatura. O evento, cuja primeira edição será dia 18 de maio (quarta-feira) no Oi Futuro do Flamengo, tem curadoria de Heloisa Buarque de Hollanda e Cristiane Costa.
O FIM DA CRÍTICA E O AUGE DOS FÃS
18 de maio às 19:30 (distribuição de senhas meia-hora antes do evento)
Oi Futuro - Flamengo (Rua Dois de Dezembro, 63)
“O fim da crítica e o auge dos fãs” é o título provocador da conferência que abrirá o ciclo Oi Cabeça. O encontro vai discutir o papel dos fãs neste novo cenário que inclui as mídias digitais e transforma a própria comunidade - por sua facilidade na troca de informações - numa importante formadora de opinião, colocando em xeque o papel dos críticos.
Convidados
Nancy Baym: Ex-presidente da Association of Internet Researchers e professora da Universidade do Kansas, Nancy é uma das principais especialistas nos Estados Unidos no fenômeno do fandom, que vai do cosplay às fanfictions, e assina o site www.onlinefandom.com. É autora de Personal connections in the Digital Age e Tune in, log on: soap, fandom e on-line comunity.
Maurício Mota: Chief Storytelling Officer - Os Alquimistas
Pedro Carvalho: Instituto Japão Pop Br
quarta-feira, 23 de março de 2011
Oficina de Artecomputação Aula 2
A chuva atrapalhou, mas não conseguiu frustrar nossos planos! Na segunda aula vimos um pouco de animação e de como introduzir textos nos nossos trabalhos. Também falamos um pouco sobre as cores no Processing. A terceira e última aula promete!
segunda-feira, 21 de março de 2011
Oficina de Artecomputação Aula 1
Começou hoje a "OFICINA DE ARTECOMPUTAÇÃO: Introdução à programação de computadores para expressão artística" com Jarbas Jácome. Com 25 inscritos, ultrapassando o limite original de 20 pessoas), já podemos dizer que a oficina está sendo um sucesso.
Na oficina estão sendo introduzidas técnicas de programação de computadores para artistas interessados em explorá-las como possibilidades de expressão. Teremos como foco o processamento de texto e imagem em tempo real para criação de obras interativas. A linguagem escolhida chama-se Processing e foi desenvolvida para facilitar a atividade de programação de computadores para não-especialistas.
Nesta primeira aula, tivemos uma breve introdução ao programa, incluíndo a lógica de funcionamento dos computadores e a linguagem básica do Processing. Alguns já possuíam intimidade com o programa, mas mesmo aqueles que estavam sendo apresentados a ele pela primeira vez puderam vislumbrar seu potencial criando inclusive um interessante aplicativo capaz de desenhar vasos no computador.
A partir de agora, começam as interações com texto!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
O que você faz enquanto espera seu ônibus? Ouve música? Joga alguma coisa no celular? Lê jornal? Pois em São Francisco, nos EUA, as pessoas estão jogando videogames, instalados no próprio ponto de ônibus, contra outras pessoas que ficam em outros pontos.
Isso mesmo, você pode jogar contra outro passageiro no outro canto da cidade enquanto espera sua condução.
A Yahoo instalou telas touchscreen gigantes nos pontos de ônibus e disponibilizou nelas vários jogos, como um quizz sobre esportes ou jogos de estratégia e quebra-cabeças. E o maior incentivo para você jogar é que o score da sua vizinhança inteira é somado e comparado com o de outras regiões. Depois você pode comemorar com seus vizinhos se seu bairro teve a maior pontuação da cidade.
Lógico que os games estão povoados de propagandas, mas isso não estraga a diversão de ninguém, certo?
Depois dos banheiros com videogame no Japão e dos pontos de ônibus em São Francisco, resta especular onde mais os games poderão aparecer.
domingo, 23 de janeiro de 2011
A leitura, uma notável atividade neurológica
Um estranho problema vivido pelo escritor canadense Howard Engel, autor de livros cujo personagem principal é o detetive Benny Cooperman, levou o médico e escritor Oliver Sacks a escrever um intrigante ensaio sobre a leitura em “Um homem de letras” (O olhar da mente, Companhia das Letras). Certo dia em 2002, Engel acordou, pegou o jornal que parecia o mesmo de sempre, mas logo percebeu que não conseguia ler uma única palavra.
Em uma carta que enviou a Sacks, ele descreveu sua dificuldade: “Eu podia ver que as letras que o compunham eram as 26 letras do alfabeto inglês com as quais eu estava habituado. Só que agora, quando eu as focalizava, ora pareciam cirílico, ora coreano”. Na primeira avaliação neurológica, constatou-se que Engel estava também com outros problemas visuais: dificuldade para reconhecer cores, rostos e objetos comuns. A impossibilidade de ler era desesperadora: sua vida, seu trabalho e sua identidade estavam ligados à leitura e à escrita de narrativas elaboradas de crimes e investigações.
Mas, para seu espanto, Engel descobriu que podia escrever perfeitamente, embora não conseguisse ler o que ele próprio escrevia. O que ele tinha era uma “alexia sem agrafia”, uma cegueira para palavras. Ora, ler e escrever andam juntos; como é que ele podia perder uma coisa e não a outra?, pergunta-se Sacks, explicando que concebemos a leitura como um ato contínuo e indivisível, e quando lemos prestamos atenção ao significado e talvez à beleza da linguagem escrita, inconscientes dos muitos processos que a possibilitam. Só quando encontramos um problema como a alexia é que percebemos que a leitura, na verdade, depende de toda uma hierarquia ou cascata de processos que pode ser interrompida em qualquer ponto.
Em todos os seus livros, Sacks parte de um caso médico, uma história real, para escrever um ensaio que é ao mesmo tempo um texto científico que pode ser lido por leigos, uma reflexão sobre a condição humana (em seus aspectos naturais e culturais, sem qualquer reducionismo biológico) e um conto literário sobre um caso\personagem que busca conhecer e expandir as incríveis capacidades que as pessoas têm de encontrar caminhos para conviver com dificuldades impostas por limitações neurológicas (entre seus livros mais conhecidos estão O homem que confundiu sua mulher com um chapéu e Um antropólogo em Marte; sua autobiografia, Tio Tungstênio, e A ilha dos daltônicos são também imperdíveis).
No caso do escritor canadense, Sacks investiga os processos neurológicos do ato de ler: “A leitura, evidentemente, não termina com o reconhecimento das formas visuais das palavras. Seria mais exato dizer que é nesse momento que ela começa”. A linguagem escrita destina-se a comunicar o som das palavras e seu significado e esta atividade cerebral tem conexões com as áreas cerebrais da audição e da fala, com as áreas intelectuais e executivas e com as áreas úteis à memória e à emoção.
Em princípio, a opção que parecia se apresentar a Engel era depender da leitura de outra pessoa ou de áudio-livros, mas ele não queria isso, porque envolveria uma “mudança radical na visualidade da leitura, da aparência das palavras na página para um modo de percepção essencialmente auditivo – na verdade, ouvir em vez de ler e, talvez, falar em vez de escrever. Seria isso desejável, ou mesmo possível?”. E Engel, como escritor, queria voltar a ler.
Ao examinar pessoas em geral e pacientes com alexia, Sacks explica que existe nos seres humanos letrados um “hemisfério da linguagem, um sistema neuronal potencialmente disponível para o reconhecimento de letras e palavras (e talvez outras formas de notação visual – matemática ou música, por exemplo)”, o que introduz uma pergunta intrigante: por que todos os seres humanos têm esse equipamento inato para ler se a leitura é uma invenção cultural recente, se a escrita surgiu há pouco mais de 5 mil anos, evidentemente tempo curto para que tenha sido um processo de evolução por seleção natural? “Embora a área de formação visual das palavras no cérebro humano pareça ser primorosamente sintonizada com o ato de ler, não pode ter evoluído especificamente para tal propósito”, pondera Sacks.
A resposta é fascinante: “Todos nós vivemos em um mundo de visões, sons e outros estímulos, e nossa sobrevivência depende de fazermos uma rápida e acurada interpretação deles. Compreender o mundo à nossa volta tem de ser algo baseado em algum tipo de sistema, algum modo rápido e certeiro de analisar o ambiente. Embora ver objetos, defini-los visualmente, pareça ser instantâneo e inato, constitui na verdade uma tremenda façanha perceptual que requer toda uma hierarquia de funções. Não vemos os objetos como tais; vemos formas, superfícies, contornos e fronteiras, que se apresentam em diferentes luminosidades ou contextos e mudam de perspectiva quando se movimentam ou quando nos movimentamos.”
Desse caos visual complexo e mutável é necessário extrair invariantes que permitam inferir a qualidade do objeto. Não seria econômico supor que existem representações individuais (engramas) para cada um dos bilhões de objetos ao nosso redor. A capacidade de combinação precisa ser convocada e precisamos de um conjunto finito ou vocabulário de formas que possa ser combinado de um número infinito de modos, assim com as 26 letras do alfabeto podem ser reunidas (sob determinadas regras) para formar quantas palavras ou sentenças forem necessárias a uma língua.
Talvez alguns objetos possam ser reconhecidos logo que nascemos ou pouco depois, por exemplo, os rostos, escreve Sacks. Fora esses, porém, o mundo dos objetos precisa ser aprendido por meio de experiência e atividade: olhando, tocando, manuseando, correlacionando as impressões dadas pelos objetos com a aparência deles: “O reconhecimento visual de objetos depende dos milhões de neurônios do córtex inferotemporal, e nessa área a função neuronal é muito plástica, aberta e altamente responsiva a experiência e treinamento, à educação. Os neurônios inferotemporais evoluíram em função do reconhecimento visual geral, mas podem ser recrutados para outros propósitos – mais notavelmente, a leitura”.
Isto é facilitado pelo fato de que os sistemas de escrita parecem ter em comum certas características topológicas com o ambiente, características que nosso cérebro evoluiu para decodificar. A análise de mais de uma centena de sistemas de escrita, incluindo ideogramas chineses, mostrou que mesmo sendo geometricamente muito diferentes, têm em comum semelhanças topológicas básicas, e foram constadas invariantes topológicas semelhantes em um conjunto de cenários naturais.
Tudo isso não quer dizer que, mesmo durante a curta vida de um indivíduo ou de uma sociedade, desenvolvimentos culturais e individuais, selecionando pela experiência, podem se dar em uma escala de tempo infinitamente mais rápida do que o da evolução. Quanto ao escritor Howard Engel, após muitos meses, ele aprendeu um complexo sistema de escrita e leitura, que incluía várias estratégias e o apoio de um revisor que lia os textos, o que lhe permitiu continuar a escrever, baseado em sua experiência e no mundo que passara a ser seu cotidiano, publicando Memory Book (Livro da memória), em 2005, e The man who forgot how to read (O homem que esqueceu como ler) em 2007. Ambos tendo o detetive Benny Cooperman como personagem principal.
Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=61781
Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=61781
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Curso online para desenvolver aplicativos para iPhone e iPad
A Universidade de Stanford está disponibilizando um curso online e gratuito para o desenvolvimento de aplicativos para iPhone e iPad. Atualmente são 24 videos para você assistir pelo iTunes. É necessário ter experiência com programação C e alguma familiaridade com o UNIX e ferramentas de edição gráfica.
Para ver os videos, clique aqui.
Para ver os videos, clique aqui.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Crie uma história com suas mídias sociais
Storify é uma plataforma para contar uma história usando elementos de mídias sociais, como o twitter, facebook ou youtube. É só pesquisar o que você quer e arrastar os elementos para a história. Você ainda pode acrescentar comentários e reordenar os elementos. No final, o Storify ainda te dá um código para incorporar sua história no seu site ou blog.
Para requisitar o convite, clique aqui.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Simpósio ReAbilitArte
Reabilitação neurolocomotora da bancada ao leito
25 e 26 de novembro de 2010
Novo auditório da COPPE, UFRJ
Ilha do Fundão - Rio de Janeiro
25 e 26 de novembro de 2010
Novo auditório da COPPE, UFRJ
Ilha do Fundão - Rio de Janeiro
O evento, apoiado pela Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC), o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB/UFRJ), a Pós-graduação em Ciências Morfológicas (PCM), o Programa de Pesquisa em Neurociência Básico-Clínica (PNBC), a Coordenação de Aperfeicoamento de Pessoal de Nível Superiror (CAPES) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), acontecerá no novo e acessível auditório da COPPE, no campus universitário da Ilha do Fundão.
O público alvo são profissionais, pesquisadores, docentes, estudantes de graduação e pós-graduação, e curiosos das áreas de ciências biológicas, medicina, bioquímica, fisioterapia, enfermagem, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, farmácia, medicina, sociologia, educação, saúde pública, engenharia, computação, biofísica, antropólogia e afins.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Tudo é Remix
Na Internet, nada se cria, tudo se copia. Aliás, não só na Internet. O vídeo mostra que essa cultura de se apropriar e reinterpretar começou na literatura e logo foi aplicada de forma bem sucedida no mundo da música. Grupos passam rapidamente de copiadores a copiados. E muitos deles nunca processaram ninguém por violarem seus direitos autorais...
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Fórum da Cultura Digital Brasileira
O II Fórum da Cultura Digital Brasileira inicia suas atividades no domingo, dia 14/11, com Futurivel, show de abertura com Gilberto Gil, Macaco Bong, DJ Tudo e a Banda de Pife Princesa do Agreste, no Auditório do Ibirapuera.
No dia seguinte, a Cinemateca Brasileira recebe as discussões, seminários, oficinas e encontros que acontecerão simultaneamente em seis espaços diferentes.
-Seminário Internacional-Experiências de Cultura Digital
-Arena da Cultura Digital
-Deck
-Cultura Digital Mão na Massa
-Encontros de Redes
O evento pretende congregar as iniciativas de cultura e comunicação existentes no país que estão conectadas pela rede social CulturaDigital.br, lançada em julho de 2009.
Este ano, a proposta é dar visibilidade aos processos emergentes na rede, às diferentes comunidades de práticas e interesses que se organizaram ao longo do ano, levantando questões e propondo formulações para subsidiar políticas públicas de cultura contemporânea. Também será o momento de celebrar o ciclo criativo da cultura digital, que se aprofundou com a indução feita pelo Ministério da Cultura desde 2003.
Participarão do evento três pesquisadoras do nosso Polo de Cultura Digital. Tudo no dia 15, segunda-feira.
No Seminário Internacional Culturadigital.br, Heloisa Buarque de Holanda (UFRJ)dividirá a mesa com Bob Stein (Institute for the Future of The Book) e falará sobre Os Futuros do Livro, tendo Giselle Beiguelman (Instituto Sérgio Motta/PUC) como provocadora.
Teremos também Cristina Monteiro da Luz pelo Laboratório Web de Comunicação da UFRJ e Cristiane Costa pelo Polo de Cultura Digital junto com outros estudiosos falando sobre experiências de educação e cultura digital, palestra que abre o ciclo Experiências de Cultura Digital.
A Cinemateca Brasileira fica no Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – São Paulo.
Para conferir a programação completa, acesse o endereço abaixo.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Tom Chatfield: 7 maneiras dos jogos recompensarem o cérebro
Tom Chatfield, autor, editor, ensaísta e teórico dos games fala sobre o que poderíamos aprender com os video-games e aplicar em diversos seguimentos da sociedade.
1- Barras de experiência medindo o progresso
2- Múltiplos objetivos a curto e longo prazo
3- Recompensas pelo esforço
4- Feedback rápido, freqüente e claro
5- Um elemento de incerteza
6- Janelas de maior atenção
7- Outras pessoas
http://www.ted.com/talks/tom_chatfield_7_ways_games_reward_the_brain.html?utm_source=newsletter_weekly_2010-11-02&utm_campaign=newsletter_weekly&utm_medium=email
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Eletric Publisher
O Eletric Publisher é uma forma de autores e editores criarem apps para iPad ou iPhone, seja para um único livro, uma série ou para um catálogo inteiro.
Vantagens
PRATELEIRA
A compra por app torna seus livres disponíveis com um simples toque. Você define o preço.
FÁCIL NAVEGAÇÃO
O Hyperlinked TOC salta para qualquer capítulo. Uma barra de progresso e o número das páginas mostram em que parte do livro você está. Busque em qualquer livro. Notas de rodapé com hiperlinks tornam as referências mais fáceis.
TEXTO DINÂMICO
Mude o tamanho da fonte com um movimento. Adicione marcadores, destaques e anotações. Copie até um parágrafo para a área de transferência para compartilhar com amigos ou outras aplicações. Seus livros abrem exatamente onde você parou.
MULTIMÍDIA
Os videos podem aparecer em tela cheia ou incorporados ao texto. Um player de áudio embutido permite leitura, trilha sonora e muito mais.
SINCRONIA COM iPHONE
Compre um livro no seu iPad e leia no seu iPhone quando você estiver se deslocando. O app funciona perfeitamente em ambos os aparelhos.
COMUNICAÇÃO COM OS LEITORES
Adicione um feed de notícias para permitir que seus leitores saibam o que você anda fazendo. Inclua quadros de discussão no interior dos livros. Envie mensagens de texto para seus fãs.
Para conhecer o site do eletric publisher, clique aqui.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Slideshow Maker
O Frobee.com é um site que possibilita que você crie suas apresentações online, sem a necessidade dos programas instalados no computador. O processo é bem simpes: você seleciona as imagens que quer enviar, edita alguns detalhes e baixa o arquivo compactado que contem a apresentação em flash e uma página em html com o arquivo inserido. Entre os detalhes, você pode escolher o que escrever em cada slide e as cores, a forma de transição entre um slide e outro e até o tempo que cada slide vai ficar aparecendo.
Testei aqui e é realmente bem simples de usar. Dá pra fazer uma apresentação em menos de 2 minutos se você já tiver as imagens e os textos. Pode ser uma mão na roda pra quem não se entende muito bem com os programas convencionais ou pra quem por algum motivo não pode usá-los e precisa de uma opção online.
domingo, 17 de outubro de 2010
Pecha-Kucha: abaixo às apresentações chatas
O movimento Pecha Kucha (onomatopéia japonesa para "barulho de conversa") defende a idéia de que uma apresentação ideal deve ter no máximo 20 telas, com 20 segundos cada. O conceito foi criado por Mark Dytham e Astrid Klein, arquitetos que moram no Japão.
Originalmente, arquitetos e designers eram os únicos a participar, e costumavam usar o formato para, simplesmente, falar sobre seus projetos mais recentes e apresentar os seus porfolios. Aos poucos, entretanto, o evento foi se tornando cada vez mais popular em Tokyo e logo se espalhou por todo o mundo. Absorvendo um pouco de cada cultura e caindo nas graças de poetas, músicos, fotógrafos, artistas e pessoas criativas das mais diferentes nacionalidades e profissões, a Pecha Kucha Night foi se transformando aos poucos, e hoje permite propostas muito mais livres.
Basicamente, isso quer dizer que durante esses 6 minutos e 40, os convidados podem fazer o que BEM ENTENDEREM para acompanhar a exibição das imagens: tocar um instrumento ou soltar uma trilha sonora, declamar poesias, recitar textos, fazer performances teatrais, dançar, ficar no mais absoluto silêncio ou, naturalmente, falar sobre seus projetos e apresentar seus porfolios. Tudo é permitido. Desde que dentro do tempo estipulado e usando os recursos disponíveis.
Porto Alegre foi a primeira cidade brasileira a aderir às Pecha Kucha Nights. O evento tem curadoria de Lucas Pexão, Marcela Duarte e André Czarnobai aka Cardoso. A próxima edição acontece dia 14/11.
Confiram uma das apresentações submetidas. Notem que ela dura exatamente seis minutos e quarenta segundos.
domingo, 10 de outubro de 2010
Fronteiras da Neurociência
O Simpósio Fronteiras da Neurociência irá reunir pesquisadores do Brasil e de países da Europa, América Latina e América do Norte que trabalham em áreas estratégicas da neurociência.
O evento é promovido pelo programa de pesquisa em Neurociência Básica e Clínica do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ e será realizado de 30 de novembro a 3 de dezembro, em Búzios (RJ).
O programa prevê seis mesas-redondas, que cobrem áreas que vão da evolução do sistema nervoso a recentes avanços em neurotecnologia.
A palestra de abertura será feita por Nicole Le Douarin, do CNRS, da França.
A programação completa e as formas de inscrição podem ser conhecidas no site www.anato.ufrj.br/frontiersneurobuzios2010/
| Clique para ampliar |
sábado, 9 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
De onde vêm as boas idéias?
Vídeo bem legal de Steven Johnson, autor de . Na animação, ele ilustra de onde vêm as boas idéias, estimulando espaços como o Polo de Cultura Digital e o Espaço Alexandria.
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